O pão-de-queijo está para o mineiro assim como o croissant está para o francês. Não existe café da manhã, lanche ou festinha de aniversário por estes lados sem ele. Vai ver que é por isso que todos os dias o Google manda para cá internautas em busca da receita do legítimo e tradiconal pão-de-queijo das Minas Gerais ou, como diríamos no sotaque local, o ‘pãdjquêj’. Então, voilà! A Judite, amiga e grande conhecedora da culinária local, me passou esta receita que ela pegou com a Nicinha, de Uberlândia (networking é issaí!) e garante que é super simples e a melhor que ela conhece. De agora em diante, ninguém mais sai de mãos abanando deste bloguinho!
Ingredientes: 1 litro bem cheio de polvilho doce ½ litro de leite 1 copo de óleo (200 ml) ½ colher de chá de sal 6 ovos 1 litro de queijo ralado (queijo canastra é o melhor)
Coloque o polvilho em uma vasilha e escalde com o leite, sal e óleo. Misture até esfriar. Quebre os ovos na mistura e amasse bem. Adicione o queijo e continue amassando. Ajeite tudo na vasilha untada com óleo e guarde na geladeira até o momento de assar. Para assar, faça bolinhas com a massa, coloque-as em um tabuleiro untado e leve ao forno bem quente.
Deixe de molho de um dia para o outro em bastante água:
2 xícaras cheias de feijão macassa (ou fradinho) 1 colher de chá de sal 1 dente de alho socado
Modo de fazer
Escorra bem o feijão guardado a água para uso futuro. Embrulhe o feijão num pano de prato e esfregue vigorosamente para remover as peles. Cate bem e retire todas as peles. Coloque metade do feijão no copo do liqüidificador e junte: 1 xícara do líquido reservado 2 dentes de alho picados 1 1/2 colher de chá de sal 1 colher de chá de molho forte de pimenta (opcional) 1/2 colher de chá de pimenta do reino (black pepper) 1 colher de chá de pó fermento em pó
Bata bem o feijão ate formar uma massa homogênea. Repita este passo com o restante do feijão juntando uma xícara do líquido reservado mas omitindo os temperos. Misture as duas partes da massa e ponha de lado para descansar pelo menos meia hora. Bata um pouco a massa. Vá colocando as colheradas da massa em bastante óleo fervendo onde se juntou 2 colheres de sopa de azeite de dendê. Retire os bolinhos com a escumadeira quando estiverem fritos e dourados. Deixe escorrer em papel absorvente e mantenha-os quentes no forno. Para servir os bolinhos parta cada um ao meio sem separar as partes. Coloque molho forte de pimenta dentro e camarões cozidos (ou vatapá, como se faz na Bahia). O truque do acarajé é ficar sempre batendo a massa enquanto os outros estão fritando (a massa começa a ficar aguada quando estacionada).
Nós três gostamos muito de comer um peixinho... infelizmente os preparo com menos frequência do que gostaria - e os posto menos ainda. A desculpa, naturalmente, é minha falta de habilidade para cozinhá-los. Faço duas ou três receitas, em que vou substituindo os ingredientes principais - e mantenho sempre a mesma técnica de cocção.
Num esforço para prepará-los com mais frequência, venho buscando novas espécies e, na medida do possível, tentando variar as receitas. Ainda assim, vez por outra acabo fazendo a versão assada. O argumento é que é mais saudável, aproveita-se melhor a carne e é muito mais prático. Basta não esquecê-lo no forno para índice de erro ficar bem próximo de zero.
Esta aqui é uma tainha assada. Preparei sem nenhum recheio, do jeitinho mais fácil. Comprei o peixe inteiro e limpo. Em casa, o lavei bem e retirei parte das escamas que ainda sobravam. Lambuzei o bichano com azeite de oliva e temperei por dentro e por fora com sal e pimenta-limão (uma mistura de pimenta branca e preta, com malaguetas e casca de limão seca), que garante um picante-azedo fantástico.
Deixei assando no forno numa assadeira untada por cerca de uma hora, até ficar bem douradinho e crocante. Durante o preparo, reguei a assadeira com um pouco de água para não queimar.
A farofa é feita cobrindo o fundo da panela com óleo vegetal comum. Uso bastante o de canola para não interferir no sabor dos alimentos. Quebrei um ovo e misturei bem, sem medo de deixá-lo boiando no óleo. Agora é hora de temperar com sal e pimenta do reino moída na hora. Despejo, então, a farinha de mandioca e deixo a mistura empelotar. Se secar demais, coloco mais um pouquinho de óleo. As folhas fresquinhas de sálvia foram acrescidas no final.
A farofa também serve para comer com carne e feijão (nesse caso, acrescente um pouquinho de bacon ou linguiça antes de refogar o ovo). Delícia.