1953 - Nasce Gilberto Nogueira de Oliveira a 26 de agosto em Nazaré-Ba
1968 – Ingressa no PCdoB, na ilegalidade e começa sua careira literária com várias poesias e um romance: A VINGANÇA DOS IRRACIONAIS
1971 – Escreve REVOLTA e algumas poesias
1972 – Perde seu irmão mais velho (21 anos) em Salvador-Ba na militância política.
1973 – Escreve ALEM DA MISÉRIA e poesias
1974 – Escreve o SANTO DEMONIO e poesias
1976 – Muda-se para Belo Horizonte a trabalho e escreve poesias
1977 – Escreve ESSES HEROIS CAMPONESES, OS DOIS POLOS ANTAGONICOS e algumas poesias
1979 /1994 Escreve poesias
1995 – Escreve O SISTEMA e poesias
1998 – Escreve NEOLIBERALISMO NO CÉU e poesias
1999 – Escreve IMPERIO e mais dois livros que continuam sem títulos
2000 – Escreve ORGIAS CAPITAIS, FERRO, O HOMEM PARTIDO
2001 – Escreve TEATRO IMPRODUTIVO, ZÉ, e conclui o livro FERRO. São organizadas todas as suas poesias em dois livros com os títulos LÁ FORA e EM MINHA TERRA.
Geraldo Pereira Lopes nasceu em 14/10, em Laguna, Santa Catarina, residindo em Florianópolis há 35 anos, tendo escolhido a Ilha da Magia para morar e libertar os seus versos, porém, sempre em sintonia fina com a sua Terra Mãe. É poeta, pensador, compositor, Cientista Social, e licenciado em Sociologia pela mesma Universidade, UFSC - Floripa e se auto define: Simplesmente Poeta o Poeta do SER O POETA - autor teve a percepção, em sintonia fina com o ALTO, e a partir daí, nasceu a poesia do SER. Assim sendo, sempre que existir alguma palavra com a grafia ¨CER¨, seja no início, no meio ou no final, substitui o ¨C¨ pelo ¨S, exatamente para chamar atenção sobre o SER em geral e também o HUMANO, que passou a denominar de ESSE-E-ERRE, nascendo assim, no mínimo, uma forma diferente e particular de escrever, denominada: A Filosofia do ESSE – E – ERRE.
O POETA não tem a menor intenção de desrespeitar a ortografia ou a gramática, tem sim, a pura intenção de aSERtar, com SERteza na vida, e para isso é urgente – urgentíssimo, darmos pareSER com S MAIÚSCULO!
O POETA em seus lançamentos, tem por norma e objetivo, apresentar brinquedos de infância, tais como peteca, pião com fieira e tudo, bilboquê, corda de pular, cinco maria, bolinhas de gude e tantos outros, exatamente para demonstrar ao público presente e a sociedade (mundial) a relação da poesia, literatura e os brinquedos de infância, tudo isso via emoção, despertando em todos o lado lúdico da vida, ao som do violino sempre com a execução de um clássico.
FABRÍCIO COUTO MARTINS
Moro em Fronteira Minas Gerais Onde sempre vivi,escrevo desde adolescente,e já publiquei alguns poemas numa antologia da editora escortecci
que foi lançada na XVIII bienal internacional do livro de São Paulo,
porem minha obra é bem vasta e diversificada e inclui poesias,crônicas ,contos, textos e até letras para canções,a maioria de minha obra ainda não foi publicada.
Mantenho alguns endereços na internet onde coloco quase que diariamente obras de minha autoria,a saber os dois mais acessados são: