Um escudo redondo português, terciado e encimado pela coroa mural primitiva das municipalidades. No terço "em chefe", e em campo azul dois anjos a voar sobre uma água de prata, carregando um medalhão com a imagem de Santo Antônio, o que constitui as armas falantes da cidade de Santo Antônio dos Anjos da Laguna.
No segundo terço, ou "em abismo", em campo vermelho, os atributos da antiga heráldica portuguesa referente aos nomes Brito, Magalhães e Bandeira, ou seja, a torre de Britos, a cruz florenciana dos Magalhães e a bandeira de ouro com o leão azul dos Bandeiras, recordam os intrépidos bandeirantes vicentistas, fundadores do núcleo lagunense, como, Domingos de Brito Peixoto e seus filhos, Francisco de Brito Peixoto e Sebastião de Brito Guerra, e seu genro, João de Magalhães, e também a atuação notável do lagunense Rafael Pinto Bandeira pela incorporação do Rio Grande do Sul ao Brasil.No último terço, ou "em ponto", o brasão da República Juliana com a divisa LIBERDADE, IGUALDADE E HUMANIDADE, que era a dos Farrapos.Como "tenentes", a destra, um bandeirante de São Paulo, revestido de seu clássico gibão de armas, à sinistra, um soldado do glorioso regimento catarinense de imorredoura memória, o dos Barriga Verde. No listel, exprime a divisa da atuação dos lagunenses na expansão nacional "AD MERIDIEM BRASILIAN DVXI", ao Sul levei o Brasil.