Construção da nova sede do Clube Congresso Lagunense em 1935. Arquivo deste site.
Parada militar em 1937. Foto do acervo de Dalmo Mendes Faísca.
O jardim em 1951, ao fundo o Clube Congresso. Arquivo deste site.
O jardim em frente à Igreja Matriz, ao fundo o Clube Blondin (já moderno). Arquivo deste site.
O jardim com o Clube Congresso ao fundo. Arquivo pessoal de Dalmo Faísca.
Vista do jardim em 1949. Arquivo pessoal de Dalmo Faísca.
Nesta esquina, ao lado do Clube Congresso Lagunense, ficava uma das mais belas casas que Laguna já teve. Sua arquitetura, seu jardim, tudo nela mostrava uma imagem que não consigo apagar da memória. Foi também o palco da primeira greve da minha vida. Nos primórdios de minha adolescência, quando chegaram para derrubá-la, sentei-me diante de seus muros e dali não queria levantar. Não conseguia admitir que pudessem destruir uma construção assim. Assisti impávida o desmoronar lento, a desconstrução triste, a derrubada selvagem daquela casa que para mim era uma obra de arte. Meu avô, Abelardo Calil, que me levou para casa naquele dia, secou meus olhos cheios de lágrimas. Mas não usou a expressão costumeira: "Vai passar"! Ele, que sabia o que ali seria construído, sabia bem que aquele sentimento não passaria. Foto do arquivo pessoal de Dalmo Faísca. Comentário de Jacqueline Bulos Aisenman. (No local dessa casa foi construído o atual Banco do Brasil).
Vista da frente da casa acima, o jardim em frente. Arquivo deste site.
Rua Voluntário Benevides (a descida do Hospital). Do lado esquerdo da foto vemos os fundos da casa da Família Souza.
Rua Jerônimo Coelho decorada para o carnaval de 1965, tendo em sua extensão o palanque oficial, local onde desfilavam e eram julgadas as Escolas de Samba que concorriam ao título de Campeã do Carnaval. Foto enviada por Adilson Bandeira. Texto de João Carlos Wilke.
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A memória de uma cidade só permanece viva se circular entre os seus cidadãos!